Especialista no controle de pragas

A formiga é um dos insetos mais populares

Muito unidas, são sempre associadas à cooperação e a trabalho. Embora exista o lado inspirador e funcional das formigas no ecossistema é importante saber que, além de perigosas, elas podem causar muitos problemas.

Existem cerca de 18 mil espécies de formigas no mundo. No Brasil são aproximadamente dois mil tipos.

Extremamente organizadas, elas se dividem em rainhas, machos e operárias. Cada uma desempenha uma função na colônia.

  • Rainha – a chave para o sucesso para cada ninho é a formiga rainha. “Mãe” de toda colônia, ela pode acasalar com vários machos para reproduzir milhões de ovos ao longo de sua vida – cerca de 30 anos. Ela nasce com asas, mas após acasalar e iniciar sua própria colônia ela remove suas asas. Maior do que as outras formigas da colônia, sua responsabilidade é botar ovos, enquanto as operárias a mantêm limpa e alimentada. Existem colônias que são poligênicas (possuem mais do que uma rainha).

  • Macho – assim como a rainha, o macho também possui asas. Sua passagem pela terra é muito breve, vivem apenas até o período do “voo nupcial”. Ele morre após acasalar com a rainha, pois não é mais bem-vindo na colônia.
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  • Operária – menor do que os machos, é o tipo de formiga que vemos com maior frequência. É fêmea, estéril e não acasala. Sua função é expandir o ninho, cuidar da rainha e dos seus descendentes. Diferente das outras classes, não possui asas.

A maior parte das espécies é apenas desagradável, mas como pragas – em torno de 30 espécies – invadem residências, hospitais e restaurantes; destroem plantações e causam transtornos – tanto pelos danos que causam à estruturas e materiais, quanto pelas doenças que espalham, pois são portadoras de microrganismos nocivos.

Os principais tipos considerados como pragas são: formiga carpinteira (Camponotus spp), formiga fantasma (Tapinoma melanocephalum), formiga lava-pés (Solenopsis sp), formiga saúva (Atta sp.), formiga louca (Paratrechina longicornis), formiga faraó (Monomorium pharaonis), formiga acrobática (Crematogaster spp) e formiga cabeçuda (Pheidole spp).

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Formiga carpinteira (Camponotus spp)

Também conhecidas como Sará-Sará, as formigas carpideiras cultivam o hábito de deteriorar madeiras úmidas ou danificadas – daí a origem do seu nome.

Ao contrário dos cupins, elas não comem madeira, uma vez que utilizam esse material para sua nidificação. Seu prato é bastante diversificado (são onívoras). Por isso, preferem se alimentar especialmente de doces, carnes e outros insetos.

A depender da espécie, são completamente negras (mais comum), marrom-escuras, avermelhadas ou amareladas. Seu comprimento varia de 3 mm a 17 mm.

São polimórficas (apresentam formas variadas) e podem ser tanto monogínicas (uma rainha) quanto poligínicas (várias rainhas).

Podem ser notadas pelo acúmulo de “serragem” no local que seu ninho está estabelecido.

As colônias possuem aproximadamente três mil formigas operárias e são difíceis de combater.

 

Formiga fantasma (Tapinoma melanocephalum)

Com o comprimento aproximado de 1,5 mm a 2 mm, as formigas fantasmas são monomórficas (apenas uma forma). Sua coloração é escura na região da cabeça e tórax e amarelada nos outros pontos do corpo. Essas características dificultam sua visualização, daí o nome fantasma.

Como são poligínicas (têm muitas rainhas), desenvolvem colônias enormes com diversas formigas operárias. O controle dessa espécie requer tempo e paciência.

Elas nidificam em estruturas, rodapés, troncos, pedras etc. São altamente adaptáveis, embora precisem de umidade para sobreviver. Podem ser facilmente vistas na cozinha ou no banheiro. Sua dieta é baseada principalmente em alimentos adocicados.

Sua picada causa pouco incômodo e só ocorre quando sentem que seu ninho está sob ameaça. Como frequentam hospitais, podem carregar diversas bactérias para outros ambientes.

 

Formiga lava-pés (Solenopsis sp)

Também conhecidas como formigas de fogo, as formigas lava-pés possuem uma picada extremamente dolorosa e que provoca inchaço. Sua presença representa perigo, especialmente para pessoas alérgicas a insetos.

Nidificam no solo e são capazes de formar um monte com cerca de 30 centímetros de altura e um diâmetro aproximado de 61 centímetros. Também podem se aninhar em jardins e calçadas.

Medem cerca de 1,5 mm a 5 mm, são avermelhadas e extremamente agressivas. Uma colônia pode conter mais de 100 mil formigas. Não são nada seletivas em sua alimentação, comem outros insetos, folhas ou até mesmo animais mortos.

Destroem sementes, importunam animais, acabam com viveiros e mais. Podem ser bastante danosas à agricultura.

 

Formiga saúva (Atta sp.)

A formiga saúva, também conhecida como saúva cabeça de vidro, saúva limão, formiga cortadeira, dentre outros nomes, é um verdadeiro problema para a agricultura.

Elas preferem campos abertos e lavouras, mas podem se aninhar em casas quando encontram a circunstância adequada à sua sobrevivência.

Sua coloração é marrom, mas varia conforme a espécie e medem cerca de 2 mm a 17 mm, também conforme a espécie.

Atuam em diversos pontos do Brasil.

 

Formiga louca (Paratrechina longicornis)

A formiga louca recebe esse nome porque anda de forma desorientada e instável.

Sua população é poligínica, portanto grande o bastante para incomodar. Costuma nidificar em junções elétricas, áreas secas ou úmidas, plantas e rachaduras. Também gosta de frequentar hospitais.

Monomórfica, seu tamanho aproximado é de 3,5 mm e pode ser marrom escura ou preta. Come de quase tudo, mas tem preferência por insetos, sementes e doces.

 

Formiga faraó (Monomorium pharaonis)

A formiga faraó, também chamada de formiga do açúcar, mede aproximadamente 2 mm. Aninha-se em paredes, armários, cortinas e em qualquer lugar que se sinta protegida.

Ela é difícil de ser combatida por conta do seu comportamento (ela divide a colônia quando se sente em perigo). É atraída por alimentos adocicados e infesta em áreas que favorecem essa condição.

Possui uma cor amarela e acessa as edificações pelas portas, janelas ou qualquer outra abertura. É portadora de graves problemas relacionados à saúde humana, pois como é muito pequena passa por diversos pontos de contaminação.

 

Formiga acrobática (Crematogaster spp)

A formiga acrobática recebe esse nome devido ao seu hábito de elevar o abdome sobre o tórax e a cabeça, principalmente quando é perturbada. Pequena, seu tamanho varia conforme a espécie, bem como sua coloração (pode ser marrom-clara, marrom-escura ou amarela).

Prefere formar colônias em madeira morta ou em decomposição, buracos de árvores e troncos. Porém, ela pode invadir edificações por meio de rachaduras, caixilhos de porta, claraboias ou pelas aberturas por onde passam canos e fios. Localizar seu ninho pode ser desafiador.

As infestações de cupins ou formiga carpinteira podem atrair a formiga acrobática, isso porque ela se aninha também em madeira danificada por essas duas pragas. Ela se alimenta de outros insetos – inclusive de enxames de cupins –, mas mostra preferência por doces e proteína.

É agressiva, pode morder e exalar um odor repugnante quando se sente ameaçada.

Dificilmente causa danos estruturais, mas sua presença em residências pode indicar vazamentos. O sinal mais visível dessa praga são as trilhas bem definidas entre a colônia e a fonte de água / comida e os detritos próximos ao ninho.

Eventualmente retira o isolamento de fiações elétricas, o que pode causar curto-circuito.

Pode ser portadora de vírus e bactérias.

 

Formiga cabeçuda (Pheidole spp)

A formiga cabeçuda possui dois grupos de operárias: as operárias maiores – chamadas de soldados, têm a cabeça maior do que as demais –  e as operárias menores. Seu nome se deve ao fato de a cabeça dos soldados ser muito grande em comparação ao tamanho de seu corpo. O tamanho dessa formiga varia de acordo com a espécie (existem muitos tipos de formiga cabeçuda).

Sua cor vai do amarelo ao marrom avermelhado escuro. Ela se aninha no solo, sob pedras e em troncos. Acessam residências pelas rachaduras nas paredes ou pela fundação da edificação, mas raramente faz ninho (normalmente vai apenas em busca de alimento).

Sua alimentação é variada: insetos, plantas e substâncias adocicadas. No entanto, prefere alimentos ricos em proteínas. Não causa danos estruturais, não morde (se não for perturbada), mas é portadora de vermes.

Podem ser notadas pelas trilhas bem traçadas entre o abrigo e a fonte de alimento. Sua colônia é poligênica (possui mais do que uma rainha).

 

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